segunda-feira, 19 de março de 2007

quinta-feira, 15 de março de 2007

Meus planos

Esse é o cara ...
vamos jogar bola
jogar peteca
brincar de vareta
esconde-esconde
bandeirinha
bolinha de gude
vídeo game
banho de mangueira
cobra cega
peão
iô-iô
carrinho de
controle
e sem controle
vamos correr n
a chuva
rolar na grama
tomar sorvete
comer b
atatinha frita
ve
r o chaves
ir ao cinema
rir no circo
mergulhar na piscina
lavar o carro juntos
depois dormir na rede
contar estorinhas
falar de Jesus
brincar com o cachorro
visitar a vovó
ver as fotos
comer pipoca
beijar a mamãe
o que mais?
abraçar
crescer
brincar
aí a gente começa tudo de novo
jogar bola, peteca, vareta....



quinta-feira, 8 de março de 2007


Filhos.... filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temosComo sabê-lo?
Se não os temos
Quanto silêncio
Como os queremos!
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Melhor não tê-los . . .
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber

Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem xampu
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!"

Poeminha enjoadinho de Vinícius de Moraes

terça-feira, 6 de março de 2007

Criança a vida toda!!!

Aqui pra você ó!


Que reclama de barriga cheia,
que não sabe agradecer a Deus
pelo sol de cada dia,
pelo sorriso recebido,

que segura as lágrimas dando uma de fortão....

Aqui pra você!
Que não sabe curtir a vida
que não assiste chaves
que não se lambusa chupando manga.
Que não grita a toa
Que não rola na grama
Que não come pizza com a mão
E não raspa a lata de leite moça
Aqui pra você ó!
Aqui pra você que esqueceu de viver!



Aos Meus Filhos

Foi Deus que num momento lindo
Me deu vocês
Presente que se tem na vida só uma vez
Pequenos laços de ternura e encanto
Razão de toda inspiração do meu canto
Tesouros que nenhum valor
Poderá comprar

Eu lembro dos primeiros passos
De cada um
E da primeira gargalhada de cada um
Das noites que choravam sem parar
Sentido uma dorzinha sem saber falar
E a gente orava
E o pai do céu fazia a dor passar

O tempo passou tão depressa
Vocês cresceram demais
E em pouco tempo vão aprender
As lições que a vida traz

Se por acaso alguma dor a vida lhes fizer amargar
De novo agente vai orar e o pai do céu faz a dor passar

Sérgio Lopes